no chão sujo, na suja imensidão
paro na pista, despisto o tira
que arma a cilada na traição.
Eu cuspo na cara do cara
que não acredita na civilização
Danço caindo no chão batido
do barraco da favela
ser bandido e minha novela
minha mãe descrente
acende uma vela que queima em vão
Eu cuspo na cara do cara
que não acredita na civilização.
este poema foi feito a partir da chacina ocorrida em Vigário Geral
Musicado por Tio Gomes, e está sendo publicado a para meu amigo Paulo Alvarenga
2 comentários:
Porra jony esse som é do caralho velho. Sempre curti o Tio cantando!! Baladas e cervas abaixo de zero!! Valeu pela preza!!
Porra jony esse som é do caralho velho. Sempre curti o Tio cantando!! Baladas e cervas abaixo de zero!! Valeu pela preza!!
Postar um comentário