O sol batia forte no asfalto o calor fazia os poros dilatarem para o suor ácido escorrer empapando a camisa, eu olhava desconsolado para a porra do motor daquela merda de carro oitenta e sete, e não via alternativa a não ser ligar para o mecânico, fui até o orelhão e mandei cartão, o cara só poderia me atender no final do dia, então sem poder fazer nada me lembrei de Lígia, ela morava duas ruas abaixo de onde eu estava, e com certeza sábado a de manhã ela estaria em casa, minha relação com Lígia sempre foi boa, e quando um dos dois saia de algum relacionamento entrava em contato para um perdido no fim de semana, ou pela madrugada nosso caso era tal qual maré ia e vinha no sabor dos ventos, só foi falar seu nome que ela apareceu, camiseta branca com um slogan panfletário e um short de algodão solto no corpo,
-Entra velho João, disse ela beijando meu rosto e me dando um forte abraço, fomos para os fundos da casa onde sua mãe estava sob o sol sentada em um banco de jardim conversado com a empregada que pendurava roupas no varal, dois cachorros dessas raças minúsculas aporrinhavam com latidos estridentes e eu na ressaca eterna mantinha a calma, olhando a pernas de Lígia, sua mãe ao me ver passou uma geral na história atual da minha vida, com aquela conversa, que tu ta fazendo?, quando tempo e mais outras conversas de carola, o chão do quintal estava repleto de merda seca das miniaturas de cachorro me lembrando mini quibes, a empregada terminou de estender as roupas, e junto com a mãe de Ligia foram ao supermercado, Ligia veio com duas latinhas de cerveja antes de eu dar um primeiro gole ela me beijou na boca e um beijo gelado e gostoso com sabor de cerveja, juntei seu corpo perto do meu e toquei lhe o seio, ela deu um gemido sorvi um gole grande de cerveja e retribui o beijo gelado enfiei minha mão sob seu short e ela gemeu mais ainda sentou sobre mim derramou cerveja na minha cabeça enquanto eu sentia a divisa da suas nádegas no meu pau, ela lambeu meu rosto molhado de cerveja quando acabou esse ritual, entramos na casa, pulamos na cama tirando nossas roupa, ela ficou de quatro e eu a cobri devagar enquanto ela gemia e falava palavrões, depois de alguma bombadas sua vagina começou a espumas enquanto isso seu anus contraia e dilatava, de repente ele abriu mais que o normal e de lá saiu uma merda seca tal qual a do cachorrinho dela, eu não contive e falei.
Porra mina tu ta cagando enquanto a gente trepa, ela tombou de lado com os cabelos desgrenhados, seu olhar era triste, e ficou soluçando, e eu naquelas sem saber o que fazer, e aquela merda entre nos dois, seu choro foi aumentando sua mão correu pelo colchão e parou na gaveta do criado mudo de lá ela tirou uma tesoura e partiu para cima de mim tentando golpear meu peito segurei seu braço e com outra mão dei-lhe um forte soco bem no meio do rosto, o sangue saiu de forma tímida de sua boca, e ela desmaiou, olhei-a ali inerte e fui tomado por um tesão danado fui para cima e comecei o coito ela gemia e mexia a cabeça, despertando do desmaio, deu alguns socos no meu peito que foram diminuindo de força enquanto o gemido dela aumentava puxou minha cabeça e me beijou com gosto de saliva e sangue, gozamos juntos, tombei meu corpo para o lado, e mais que rápido levantei da cama, fui para cozinha e peguei uma cerveja, aquela experiência tirou toda minha calma e paz l, puta que pariu, eu só queria uma transa normal e o negócio descambou para escatologia, ela entrou na cozinha com os olhos mareados, se aproximou de mim como pedindo um afago, abracei seu corpo e ela chorou pediu que eu fosse embora e não aparecesse até ela me ligar, coloquei minha roupa e fui embora, com o gosto de despedida e cerveja, tendo na minha mente que aquela maré nunca voltaria a bater na minha praia, os merdas dos cachorros latiam para mim, passei pela mãe e a empregada me despedindo só com um balançar de cabeça, fui até a padaria pedi uma cerveja, uma pinga com limão e um lanche enquanto esperava o mecânico, evitei olhar para a estufa de salgados, pois o medo de ver um quibe lá dentro podia me lembrar àquela manhã, o mecânico chegou e tomou um rabo de galo antes de irmos ao carro, ele sanou o problema com rapidez e o caro velho começou a funcionar, dei-lhe trinta reais pelo serviço e conferi, o que sobrou, aquela grana daria para um porre servido numa birosca qualquer, dei partida e.Sumi na avenida, Na boca o gosto de saliva, sangue e cerveja.
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